Destinos, Dicas e Notícias da Traveler

29/1 de 2008
Emissão de visto para entrada nos E.U.A

aguia.jpgDicas baseadas em depoimentos de clientes Traveler.com.br.

Essas dicas foram baseadas nas emissões de visto efetuadas pela Embaixada dos Estados Unidos de Brasília.

Agendando o visto: Não tem mistério, siga as orientações do site: www.visto-eua.com.br

Preencha corretamente os formulários e arrecade o máximo de informações pessoais possíveis. O mais importante durante a entrevista é provar que tem interesse em voltar pro Brasil, que seus interesses no Brasil são mais importantes que o que vier a obter nos Estados Unidos. Por exemplo: Prove que tem uma vida estável no Brasil, financeira e familiar. Leve o máximo de documentos possíveis: contra-cheques, cópia do imposto de renda, comprovante de imóveis em seu nome, comprovante de matrícula de escola dos filhos (caso tenha filhos dependentes), comprovante de matrícula em universidade, pós graduação ou qualquer curso aqui no Brasil, documentos de carro (caso tenha) e demais documentos que comprovem informações sobre sua estabilidade.

OBS: Caso sua viagem esteja sendo patrocinada por algum parente ou pessoa responsável, insira esta informação no formulário e leve comprovantes de estabilidade financeira do patrocinador de sua viagem.

No dia antes da entrevista:

1 – Revise toda sua documentação: Confira o preenchimento dos seus formulários, verifique sua documentação pessoal, separe todos os itens e claro: não esqueça de deixá-los todos juntos para garantir que não esqueça nada !

2 – Avise aos seus colegas de trabalho (ou aos seus compromissos) que na manhã seguinte estará emitindo o visto, pois:

- Estarão incomunicáveis durante todo o processo, não é permitida a entrada com nenhum equipamento eletrônico, nem mesmo celulares;

- O processo não é rápido, pode demorar até 04 horas dependendo do número de solicitantes agendados pra o mesmo dia.

Dica: Evite vestimentas com muitos acessórios metálicos. Antes de entrar na embaixada o solicitante passa por um processo de “revista”. Seguranças treinados revistam sua bolsa e todo seu material. Caso esteja portando algum equipamento eletrônico você é obrigado a deixá-lo na portaria em um guarda volumes ou em seu carro (caso esteja de carro). Essa regra é para qualquer objeto: rádio, i-pod, mp3, palm top, celular, notebook ou joguinhos portáteis. Depois de revistarem seus pertences você passa por um detector de metais. Se estiver com acessórios metálicos, tais como cinto, prendedores de cabelo, botas com saltos de metal etc vc terá que retirá-los, passar novamente no detector e então receber autorização para vesti-los novamente. dependendo de qual for o acessório você terá que deixá-lo no guarda-volumes e buscar após encerrado todo o processo. Exemplo de objeto que pode ser detido: Prendedores de cabelo com ponta fina.

Solicitando o visto:

1- Chegue o mais cedo possível à sua entrevista, independente do horário de seu agendamento terá que enfrentar uma fila, duas filas, três filas antes de sua entrevista, portanto, quanto maior a sua antecedência, maior é a sua prioridade.

Caso deixe para pagar a taxa no dia de sua entrevista, a primeira fila que terá que enfrentar será a do guichê do banco, que, na maioria das vezes é pequena (O ideal é não deixar para pagar a taxa no dia, além de ter que enfrentar mais uma fila o banco só fica aberto até as 10 da manhã aproximadamente, sugerimos que vá com o recibo do pagamento em mãos, evitando qualquer imprevisto).

2 – A segunda fila que terá que enfrentar é a fila para retirada da senha. Nessa fila um funcionário da embaixada seleciona os documentos: Formulários preenchidos DS 156 e 157 + Cópia de seu imposto de renda ou contra-cheques + passaporte + foto 5 x7 (ou 5x 5) + comprovante de pagamento da taxa . Após revisados e selecionados os documentos ele te entrega uma senha.

3 – Aguarde ser chamado pelo painel eletrônico. A primeira chamada de sua senha é para recolher as suas impressões digitais, o processo entre a entrega dos documentos e a primeira chamada pode demorar. Para este intervalo existe uma pequena lanchonete no local, aonde oferecem opções variadas: café expresso, capuccino chocolate quente, refrigerantes, sucos, água mineral com ou sem gás e alguns salgados. Assim que o chamarem, vc vai até o guichê e grava as impressões digitais de todos os seus dedos de ambas as mãos. Volte e aguarde novamente a chamada da senha.

4 – A próxima chamada é, finalmente, para a entrevista. Aguarde ser chamado, esta também pode demorar. Vá tranqüilo à entrevista; é como uma entrevista de emprego: Perguntarão alguns detalhes sobre seu histórico pessoal, seus objetivos nos EUA e provavelmente o itinerário de sua viagem. Logo após todos os questionamentos saberá se o seu visto foi, ou não, aprovado.

OBS: Em alguns casos pode ser que o Cônsul peça mais informações ou documentos sobre alguma informação que ele julgue importante para a liberação de seu visto. Quando isto ocorrer você receberá um formulário preenchido por eles indicando os documentos que eles desejam verificar. Por exemplo: Se estiver solicitando visto estudantil pode ser que eles peçam maiores informações sobre a escola aonde está matriculado ou sobre outros detalhes. Isto é imprevisível, depende, somente, da clareza das informações fornecidas em seus formulários,documentos e da análise do Cônsul sobre a importancia daquela informação.

5 – Após a entrevista, conforme orientação que receberá do entrevistador, com a mesma senha que retirou na primeira fila, vá até a fila dos correios (Todas as filas e procedimentos são em um mesmo ambiente). Nessa fila entregue a sua senha, pague a taxa de envio de seu passaporte (Pode variar de acordo com seu endereço) e preencha um envelope do sedex com seu endereço completo. Receberá o comprovante do envio e …

… agora é só esperar … seu visto e seu passaporte serão entregues em seu endereço previamente cadastrado (Formulário DS 156).

Após recebido o passaporte e o visto, a Traveler.com.br deseja uma BOA VIAGEM !

 
28/1 de 2008
Dicas de Viagem para Tahiti

Dicas de viagem e fatos sobre o Tahiti. Um oferecimento CVC. Você compra todos os pacotes CVC para o Tahiti com preços excelentes na Traveler.com.br!


Hotel em cenário paradisíaco do Tahití - Encontre Pacotes, Passagens e muito mais na Traveler.com.br

• Polinésia Francesa: 118 ilhas de origem vulcânica e atóis, em 5 arquipélagos denominados: Sociedad, Tuamotu, Marquesas,
equivale ao tamanho da Europa, mas somente 4000 Km são de terra firme.
• Localização: Oceano Pacífico.
• Como chegar desde o Brasil: Via Santiago do Chile com Lan Chile (GRU/SCL 3h45 – SCL/PPT 11h horas de vôo e uma escala de
• Clima: Tropical todo o ano, temperatura media de 27°C. A temperatura media da água é de 26°C.
• Dezembro a Março – época quente e úmida com possibilidades de chuvas passageiras de verão. Abril a Novembro – época fresca e
• A alta temporada vai de 01/Jun a 30/Nov. O restante do ano é de baixa temporada.
• Fuso horário: Com relação a Brasília 7 horas no inverno e 8 horas no horário de verão
• Para brasileiros – É necessário passaporte com vigência mínima de 6 meses.
• Idiomas: Francês e Tahitiano são as línguas oficiais, o inglês e espanhol falam-se nos meios turísticos.
• Moeda: Franco polinésio, dólar e euro são as moedas aceitas nos locais turísticos. 1US$ = fp 98
• Vestimenta: Roupas leves de preferência algodão, bem informais, trajes de banho, calçados leves como sandálias e chinelos de borracha,
cascalhos e corais, protetor solar, repelente, óculos escuros e chapéu.
• Vôos entre ilhas: Cia. Air Tahiti – equipamentos Turbo-hélice: ATR 42-500 (48 lugares) ATR 72-200 e ATR 72-500 (66 lugares) e Donier
é utilizado para o trecho Papeete / Moorea (10 minutos de vôo)
• Voltagem: Todos os hotéis da tabela tem alimentação de energia de 110 e 220 V. a exceção dos Tiare Tahiti, Pearl Beach Resort Tikehau,

 
27/1 de 2008
Alexandre Manzan é destaque no Correio Braziliense 27/1

O triatleta Alexandre Manzan diante do Aconcágua

Uma interessante reportagem, de página inteira, no Correio Braziliense de hoje fala do novo desafio do triatleta brasiliense Alexandre Manzan de correr a subida do Aconcágua, pico mais alto das Américas.

Há 4 anos surgiu a idéia de vencer o Aconcágua e testar seus próprios limites físicos. Manzan conhece os perigos do esforco físico nas alturas, tem excelente preparo e muita informacão sobre os desafios que o esperam.

O projeto foi cuidadosamente montado pelo triatleta, que leva consigo a experiência de ter escalado praticamente todos os picos de até 2000m no Brasil.

Quem tiver acesso ao jornal Correio Braziliense de hoje não deixe de conferir!

 
21/1 de 2008
O que você precisa saber sobre o Certificado Internacional de Vacinação

Certificado Internacional de Vacinação

O Certificado Internacional de Vacinação (CIV) é um documento que comprova a vacinação contra a febre amarela e/ou outras doenças. A exigência do CIV é prevista no Regulamento Sanitário Internacional (RSI). A lista com os países que exigem o certificado está disponível na internet
no sítio da Organização Mundial de Saúde (PDF). A Resolução Mercosul GMC nº 32/2005 prevê a exigência para os países participantes do Mercosul.

De acordo com Nota Técnica nº 06/07/DEVEP/SVS/MS (PDF) o Brasil passa a recomendar a vacinação contra Febre Amarela para viajantes procedentes de áreas internacionais de risco para transmissão da doença ou com destino a estas áreas, bem como para viajantes com destino as áreas nacionais de risco para transmissão da mesma. Conforme a referida Nota Técnica, o Certificado Internacional de Vacinação (CIV), válido contra a Febre Amarela passa a ser exigido, conforme Decreto nº 87, de 15 de abril de 1991, somente para entrada em território nacional de viajantes internacionais procedentes de áreas de ocorrência de Febre Amarela que apresente risco para disseminação internacional. No momento não há nenhuma área apresentando risco de disseminação internacional da doença e, à medida que for estabelecido tal risco, será amplamente divulgado.

Para estar protegido contra febre amarela, o viajante deverá ser vacinado no mínimo dez dias antes de sua viagem. Esta vacina terá validade de dez anos, devendo ser novamente administrada até o final desse período. A validade do CIV corresponderá ao tempo de validade da vacina. Vacinação

No Brasil a vacina é gratuita e pode ser feita na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) e nas unidades de vacinação da Anvisa. Na unidade de vacinação da rede municipal e estadual, o viajante receberá o Cartão Nacional de Vacina, válido em todo território nacional. O Cartão Nacional de Vacina não possui validade internacional devendo ser apresentado nos postos da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras ou Coordenações de Vigilância Sanitária para a emissão do CIV.

Para a emissão do CIV a autoridade sanitária exigirá do viajante:

  • Caso tenha realizado a vacinação em unidade de vacinação da rede municipal ou estadual, a apresentação do Cartão Nacional de Vacinação preenchido corretamente com: data da administração da vacina, lote da vacina, carimbo e assinatura do profissional que realizou, e identificação da unidade de saúde;
  • Documento de identidade oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida, etc);
  • A população indígena que não possui documentação está dispensada da apresentação de documento de identidade;
  • Para menores de idade (a vacina é recomendada para crianças a partir de 09 meses) é necessária a apresentação da Certidão de Nascimento.
  • A emissão do CIV pela autoridade sanitária estará condicionada a assinatura do viajante no ato, sendo imprescindível sua presença.

Isenção de vacinação

Para o viajante que não puder receber a vacina contra febre amarela por orientação médica é necessário que o médico ateste a contra-indicação.
O viajante poderá procurar um posto da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras para emissão de um Certificado de Isenção de Vacinação. A validade desse certificado será estipulada pelo profissional médico.
Para a emissão do Certificado de Isenção de Vacinação é necessário:

  • Documento de identidade oficial com foto (carteira de identidade, passaporte, carteira de motorista válida, etc);
  • Atestado médico onde conste o nome do viajante e a contra-indicação para o recebimento da vacina contra febre amarela. O atestado
    deverá conter o endereço completo e o telefone do consultório, bem como o CRM, assinatura e carimbo do médico responsável.
 
Tudo o que você precisa saber sobre a Febre Amarela

Guia da Anvisa sobre Febre Amarela – Confira informações adicionais da Anvisa clicando aquí.

O que é?
A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, que ocorre na América do Sul e na África.

Qual o microrganismo envolvido?

O Arbovírus do gênero Flavivirus, família Flaviviridae.


Quais os sintomas?

Os sintomas são: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina).

Como se transmite?

A febre amarela é transmitida pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A transmissão de pessoa para pessoa não existe.

Como tratar?

Não existe nada específico. O tratamento é apenas sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva. Se o paciente não receber assistência médica, ele pode morrer.

Como se prevenir?

A única forma de evitar a Febre Amarela Silvestre é a vacinação contra a doença. A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença. Pode ser aplicada a partir
dos 9 meses e é válida por 10 anos. A vacina é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo.

A vacinação é indicada para todas as pessoas que vivem para áreas nacionais de risco para a doença (zona rural da Região Norte, Centro Oeste, estado do Maranhão, parte dos estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), onde há casos da doença em humanos ou circulação do vírus entre animais (macacos), e para as áreas internacionais. Para a viagens internacionais para diversos destino é necessário o registro da vacina contra Febre Amarela no Certificado Internacional de Vacinação.

Situação da Febre Amarela no Mundo

Situação da Febre Amarela no Brasil


 
Anvisa : Informações sobre vacinação antes, durante e depois de sua viagem

A Anvisa dá orientações importantes sobre a sua vacinação antes, durante e depois da viagem. O seguinte texto é proveniente do site da Anvisa e tem como objetivo garantir sua segurança além de ajudar o viajante a garantir os requisitos de vacinação de outros países.

Antes de viajar

Dependendo de para onde o viajante está se deslocando, é preciso tomar alguns cuidados sobre os riscos de adoecer. Por isso, as informações e orientações necessárias para os viajantes devem fazer parte do planejamento de viagem. Algumas medidas devem ser previstas com antecedência
como, por exemplo, a vacina contra febre amarela que é obrigatória para o ingresso em alguns países e deve ser tomada pelo menos dez dias antes
da viagem.

A vacinação deve ser registrada no Certificado Internacional de Vacinação que é emitido em qualquer um dos postos da Anvisa em Portos, Aeroportos e Fronteiras. Caso tenha algum problema de saúde que contra indique a vacinação, consulte seu médico e solicite um atestado e apresente em um dos nossos postos para emissão do Certificado Internacional de Isenção de Vacinação (PDF). Outras vacinas são recomendadas como medida de prevenção do viajante que se desloca para qualquer país, como a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e a dT (difteria
e tétano) e hepatite B, e no deslocamento para áreas endêmicas, a poliomielite, influenza e meningite meningocócica. A principal orientação da Anvisa é que o viajante esteja em dia com seu calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.

Durante a Viagem

Ao viajar as pessoas estão expostas a mudanças climáticas, geográficas e culturais, que se refletem em mudanças dos padrões sanitários. Exemplo disso, a conhecida “diarréia do viajante” chega a ser registrada em até 80% dos viajantes em decorrência, principalmente, da ingestão de alimentos, bebidas e águacontaminados. A maioria dessa contaminação, 85%, deve-se à presença de bactérias, que causam doenças como cólera e febre tifóide, e 5 % por vírus, podendo também ser provocada por parasitas e fungos em menor intensidade (OMS, 2005).


Os principais cuidados frente a diarréia do viajante são:

  • Evite alimentos de procedência duvidosa;
  • Prefira água tratada industrialmente, filtrada ou fervida;
  • Mantenha-se hidratado bebendo água tratada ou consumindo frutas
  • Verifique se o alimento é seguro

Evitando picadas de mosquitos

Quando um indivíduo se desloca para uma área de risco de doenças transmitidas por mosquito (malária, dengue, febre amarela, febre do Nilo Ocidental) recomenda-se a utilização de repelentes, mais de uma vez ao dia, nas partes mais expostas do corpo. Além dessa medida, orienta-se o uso de mosquiteiros e de telas, assim como evitar exposição no horário de maior atividade dos mosquitos (anoitecer e amanhecer).

Cuidados com doenças respiratórias

As doenças respiratórias também são consideradas de alto risco para os viajantes. Em julho de 2005, durante vôo de curta duração no Brasil, um
viajante contaminado pelo vírus do sarampo transmitiu a doença para mais cinco pessoas que estiveram na mesma aeronave. Pensando nesta forma de transmissão, o mesmo raciocínio poderá ser aplicado, por exemplo, para tuberculose, influenza, varicela e meningite meningocócica.

  • Atualize seu calendário vacinal;
  • Evite viajar caso esteja doente ou com suspeita de alguma dessas doenças, durante o período de transmissão;
  • Caso apresente algum sinal ou sintoma de algumas dessas doenças a bordo da aeronave, embarcação ou veículo terrestre em trânsito internacional, reporte-se aos tripulantes para que eles possam acionar os serviços de apoio e autoridades sanitárias do aeroporto, porto ou ponto de passagem de fronteira.

Depois da Viagem

No retorno de qualquer viagem, caso venha a apresentar algum sinal ou sintoma (ex.: febre, dor de cabeça, mal-estar geral ou qualquer outra alteração na saúde), recomenda-se procurar um médico ou o serviço de saúde, informando os locais por onde viajou, inclusive com as escalas
e conexões. Os profissionais dos serviços de saúde são responsáveis por notificar a autoridade sanitária competente no caso de doenças e agravos de interesse à saúde pública internacional.

Clique aquí para obter mais informações sobre doenças e agravos de interesse de saúde pública internacional

 
Telefones de Consulados do Brasil na Europa

Brasão da República Federativa do BrasilÀ seguir os principais telefones de Consulados do Brasil na Europa. Em caso de extravio de passaporte, quaisquer problemas legais ou alfandegários, o cidadão Brasileiro no exterior deve procurar imediatamente auxílio consular. Os Consulados lhe fornecerão aconselhamento legal e acompanhamento consular junto a autoridades estrangeiras.

Cidade Endereço Telefone
Amersterdam Mauritskade, 19, Haia 00 ++ 3170 346 92 29
Atenas Platia Philikis Eterias, 14 00 ++ 31 721 30 39
Estocolmo Sturgegatan, 11-2 00 ++ 468.234.010
Frankfurt Stephaustrasse, 3 00 ++ 4969.290.708
Lisboa Praça Luis de Camões, 22 – 1º Esq. 00 ++ 3511.347.3565
Londres 6, St. Alban’s Street 00 ++ 44171.499.0877
Madrid Calle Fernando El Santo, 6 00 ++ 341.308.0459
Paris Rue de Berri, 12 00 ++ 331.441.39030
Roma Via Santa Maria dell Anima, 32 00 ++ 396.688.9661
Viena Am Lwgeck, 1 00 ++ 431.512.0631

 

 

 
17/1 de 2008
O Globo: Dicas para resolver a dor de cabeça que é o extravio de bagagem

O Globo traz uma matéria interessante sobre extravio de bagagem, o texto dá diversas dicas sobre o que fazer e quais os seus direitos como passageiro. Clique para ler a versão online aqui. (Para ler a íntegra é preciso ser assinante Globo.)

Em resumo, o passageiro tem o direito a receber não só o valor material contido nas malas, como também o custo de quaisquer roupas e outros ítens que forem comprados para se manter no local, desde que não configurem despesas abusivas ou que tentem obter vantagem com a perda da bagagem.

Guarde todas as notas fiscais, anote todos os nomes de atendentes e funcionários da companhía aérea e quaisquer números de protocolos que lhe forem fornecidos para acompanhamento do caso.  No caso de perda de material de trabalho contido em computadores pessoais, e outros, o viajante deve buscar seus prejuízos na justiça.

 
16/1 de 2008
Direito seu: Tome a vacina da Febre Amarela

A vacina é administrada através de uma agulha minúscula, é questão de 5 segundos, não há dor nem efeitos fortes como outras vacinas, apenas um pequeno período de desconforto até uns 45 minutos depois. Ressalte-se que é apenas “desconforto”, não chega nem a ser dor. 

Estive atrás de uma fila de 20 pessoas que acabou em menos de 10 minutos, é rapidinho e você já está pagando impostos para ter esse direito. A imunização dura 10 anos e serve para quem vai viajar para a América Central(vacina obrigatória na maioría dos destinos), América do Sul e África.

Use seu direito : vacine-se na primeira oportunidade possível, mesmo que não vá viajar. Lembre-se : são 10 anos sem se preocupar com esse mal, você paga por isso e é seu direito ter essa tranquilidade, independente do que estejam dizendo algumas autoridades da área.

 
Brasília a Alcobaça e volta – o sul da Bahía é maravilhoso

Acabo de retornar de Alcobaça, foram dias de descanso e muita paz nessa pequena cidade no extremo-sul da Bahía. Povo amigável, praias tranquilas, muito peixe e comida saudável. É a terra da fartura de tudo o que vem do mar. Nesse aspecto quem mora por lá não tem do que reclamar.

Estradas

Para quem está de ida para o sul da Bahía, saindo de diversas partes do centro-oeste, de Brasília em diante a situação da BR-040 é boa, exceto alguns trechos que descrevo logo mais. Fiz o trajeto via Belo Horizonte, mas soube há pouco, por um amigo que voltou de lá há alguns dias, que por Montes Claros(pegando a BR-365 antes de Três Marias) a estrada está excelente também.

Pontos da BR-040 onde o motorista deve tomar cuidado especial incluem :

  • antes e depois de Paraopeba, asfalto ruím
  • entre o trevo com a BR-365 e Três Marias o trânsito de caminhões é intenso, asfalto ruím, buracos e obras

Rei do Peixe em Três Marias 

Se você partir de Brasília cedo(entre 6 e 7 AM), passará por Três Marias perto da hora do almoço, por isso não deixe de provar o Surubim do Rei do Peixe embaixo da ponte. Na ida eu não parei, mas fiz questão de almoçar lá na volta. Sinceramente, não há peixe igual, é pescado todo dia de manhã no São Francisco e alguns dos garçons são os próprios pescadores. O Restaurante tem estrutura boa, banheiros excelentes, atendimento ótimo e um mirante na beira do Velho Chico – é uma ótima escolha de parada visto que é, inclusive, mais seguro que parar em postos da beira da estrada.

Antes de chegar a BH você encontrará a Oca do Milho. Recomendo a todos a pamonha deles, além dos outros salgados e doces vendidos lá. Se você não precisa abastecer é uma ótima escolha de parada. Tudo feito com muito bom gosto, uma pequena e aconchegante estrutura de madeira; bom atendimento, banheiros limpos e café feito na hora. Valeu a parada, gostamos muito e deixamos aí a recomendação a todos.

A estrada é duplicada logo adiante e o resto do trajeto até BH é excelente, há cobertura perfeita de celulares TIM e Oi, o meu Blackberry foi conectado à internet durante boa parte deste trecho com ótimo nível de sinal.

De BH em diante

A estrada de Belo Horizonte em diante está ótima. Há muito trânsito na saída da Capital, como já era de se esperar. Pegamos a BR-381 em direção a Governador Valadares, aquí também o asfalto está um “tapete”. A paisagem neste trecho em diante é de tirar o fôlego, mas não se preocupe, vem mais beleza pela frente.

170 KM de “Rodovia da Morte” (BR-116)

De Valadares até Teófilo Otoni a estrada é perigosa, é a famosa BR-116 (Rio-Bahía ou “Rodovia da Morte”), com acostamento mínimo ou inexistente, carretas em alta velocidade e muito trânsito, tome bastante cuidado por aquí. Fazendo este trecho pela manhã não tivemos qualquer contratempo, foi bastante tranquilo e não havía muito tráfego. Na volta fiz esta etapa pela noite e, aí sim, fúi em baixa velocidade e sempre alerta com os caminhões. Em determinado momento uma carreta na contramão arriscou a ultrapassagem sem me ver, entrou com velocidade e não tinha mais como frear. Eu vinha em baixa velocidade e freei o carro com metade dele para fora do asfalto, no mato que devorou o acostamento. Se eu viesse em alta velocidade não saberia dizer o resultado da peripécia de nosso amigo caminhoneiro.

De Teófilo Otoni em diante você está na reta final para o sul da Bahía. Aqui, novamente, se puder passe de dia para ver o espetáculo natural das rochas imensas, rios que acompanham a estrada, Serra dos Aymorés e muita mata virgem. Neste trecho, da BR-418 há uma parada bastante popular nas rochas do Kaladão. Pare por lá, nem que seja para tirar foto das enormes rochas. Parecem cascos de tartarugas gigantescas, é simplesmente inacreditável a beleza desta região. Dalí passamos por Carlos Chagas e Nanuque até chegar ao trevo com a BR-101. A divisa de Minas com Bahía é uma pequena ponte depois de Nanuque, logo ao cruzar a ponte o asfalto piora um pouco mas ainda está em boa condição e não há muito trânsito nesta região.

Novamente atenção redobrada na 101, o asfalto está ruím e, para dizer a verdade, este trecho do trevo até Teixeira de Freitas está muito pior e mais perigoso que a Rio-Bahia.  Trânsito intenso, asfalto ruím e carretas em alta velocidade, aquí é ter paciência pois são apenas 46 km que provavelmente você irá em baixa velocidade e desviando de buracos. O Guia 4Rodas diz que este trecho está sendo duplicado, mas não ví obras no caminho, talvez estejam acontecendo mais acima do trecho onde passei. Em Teixeira, pega-se a BA-290 e, após 67 KM, estamos dentro de Alcobaça.

Alcobaça : Muito Descanso

Alcobaça é a paz que foi transformada em cidade. Sol intenso, porém uma brisa refrescante sopra o dia todo, se você achar uma sombra(em especial aquela atrás da Igreja Matriz), poderá tirar um bom cochilo. Tirando os outdoors promovendo o Show de Ivete Sangalo, nada alí me lembrava a grande cidade. Exceto uma torre de celular e uma caixa d’agua na “pracinha da cidade”, não há qualquer estrutura com mais de 2 andares.

A pesca é a principal fonte de renda da Cidade, todo o movimento financeiro de Alcobaça passa, de alguma maneira, pelo mar. Segundo nativos, boa parte é exportada para o resto do Brasil e do mundo. O camarão recém chegado do mar sai a R$ 6,00 o quilo, o camarão VG sai a R$ 30,00 o quilo. Um atum inteiro de alguns quilos pode ser comprado por R$ 20,00 saindo do barco. Aquí em Brasília nem sonhamos com preços assim.

Não fúi a Alcobaça buscando agitos e noites de festa, mas há bastante atividade sempre, luaus, pagode, bares e restaurantes. Não deixe de ir à praia na volta da noite. Não há movimento nas praias, nem iluminação, mas não tem perigo de assaltos. Vá com um grupo e curta um visual de tirar o fôlego. No horizonte o céu parece emendar no mar com o reflexo das águas; forma uma imensidão estrelada no azul. Foi um dos momentos mais inesquecíveis desta viagem.

Prado e Cumuruxatiba

Saímos pela manhã e fomos conhecer Cumuruxatiba. De Alcobaça, pegamos a BA-489 até Prado, são apenas 20km de estradas em ótima condição. Em Prado, seguimos ao norte até um pequeno cruzamento onde, numa pequena placa branca, lía-se “Cumuruxatiba”. Dalí em diante são cerca de 31 KM de terra, porém sem quaisquer dificuldades para o trânsito de um carro pequeno. Pouco tempo depois estávamos tomando uma cerveja gelada no topo de uma falésia. Para quem quer descer para nadar no mar azul, o garçom envia uma cerveja gelada por uma tiroleza alí instalada com esse fim! Foram 2 dias inesquecíveis com nosso amigo e conhecedor de Cumuru há quase 30 anos, Marcus Barroso. O tempo era curto e precisávamos voltar.

Para variar um pouco, o Marcus nos recomendou a voltar pela estrada de terra beirando o mar. E como valeu pena! Vistas maravilhosas e lugares simplesmente paradisíacos para parar um pouco e curtir o fim de tarde. Mais um momento inesquecível no sul da Bahía para trazermos de volta a Brasília.

Se você gosta de pescar não deixe de passar um dia(ou uma noite) na barra do rio Itanhém. Apenas com uma varinha sem molinete você se diverte por longas horas. Compre um pouco de “camarão maluco”(assim chamado pelos pescadores porque vem sem cabeça) no cais da cidade por um trocado e boa sorte! O mais cobiçado, claro, é o Robalo mas você pega de tudo na barra do Itanhém – se sua isca não for roubada por um siri! Espere a enchente de maré para o rio ficar mais tranquilo, perto da barra onde o rio afunda forma-se uma enorme lagoa, quase parada.

Volta

O nosso grupo se separou na volta e eu decidí pegar a estrada no Sábado depois do almoço. Nada muito planejado, afinal estava em clima de férias. Saí em direção a Teixeira de Freitas e decidí que dormiria em Governador Valadares. Assim teria, pela manhã, mais 1100 KM até Brasília, ou seja, um dia de viagem.

Quem quiser descansar, curtir muita natureza, paisagens e uma vida noturna bem moderada e tranquila, o sul da Bahía é o lugar certo pra ir. Alguns lugares ao sul de Porto Seguro(inclusive) já estão bem movimentados, mas Cumuruxatiba, Prado e Alcobaça ainda mantém a tranquilidade da pequena vila com alguns confortos da modernidade.

Algumas dicas rápidas:

  • Há acesso à Internet através de Lan House na praça principal, ou via celular
  • Não há horário de verão, nesta época atrase o relógio 1 hora no Nordeste
  • Voltagem 220V
  • Supermercado “Calçadão” e “Mercado Central” ambos aceitam cartões de crédito e débito
  • Sai pão fresquinho na Padaria Globo!
  • DDD 073
  • Quem nasce em Alcobaça é Alcobancense
  • Cobertura de celular satisfatória nas áreas urbanas em toda a cercania, exceto nas estradas da região
  • Bancos: Banco do Brasil e Caixa Econômica, ambos na “pracinha da caixa d’agua”
  • Itaú, HSBC, Bradesco e outros apenas em Teixeira de Freitas ou (segundo informações locais, não conferimos) em Itamaraju
 
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