No aeroporto de Salvador fomos calorosamente recebidos pelo Cesar Bastos do NossoTaxi.com. O vôo da TAM atrasou(em meio ao caos aéreo nos aeroportos) cerca de 40 minutos e estávamos correndo risco de perder o catamarã das 9 AM. No caminho, Cesar nos falou sobre Salvador, deu diversas dicas e contou boas histórias suas e de clientes que já estiveram em Morro de São Paulo. O clima estava nublado pela manhã, mas como você pode ver pelas fotos abaixo o tempo melhorou já na partida de Salvador.
Os catamarãs partem de Salvador às 9:00 AM e às 14:00 horas e custam R$ 50.00 por pessoa. O preço aparentemente é negociado com os órgãos de turismo da região pois não importa qual transportadora escolher o preço é o mesmo.
Para aqueles com orçamento mais folgado existe a alternativa do taxi aéreo. Recebemos diversos elogíos de nossos viajantes que optaram por essa forma de transporte. A viagem de taxi aéreo custa entre R$ 170,00 e R$ 200,00 por passageiro e leva apenas 20 minutos para chegar.
De catamarã, foram aproximadamente 2 horas e 10 minutos de viagem de Salvador até o Morro. No trajeto vimos pessoas de todas as nacionalidades entre argentinos, alemães, espanhóis, italianos e israelenses.
Na foto vemos o farol do Morro de São Paulo, que é o maior destaque da paisagem logo na chegada. Chegamos a Morro com dia claro e tempo excelente como fica evidente nas fotos.

Chegando ao ancorador principal da ilha somos recebidos por diversos guias turísticos que oferecem seus serviços por qualquer valor entre R$ 5 e R$ 15. Na verdade sentimos um certo desconforto com o assédio dos guias locais, são dezenas deles oferecendo exatamente o mesmo serviço. O turista fica perdido entre tantas ofertas de passeios de todo tipo. É preciso desembolsar R$ 6.50 de “taxa de turismo” para entrar na Ilha de Tinharé. Perguntamos o motivo dessa taxa cobrada à partir de 1 de Janeiro de 2007 e recebemos respostas evasivas, disseram apenas que era para a manutenção da Ilha.
Na chegada há uma subida acentuada e os guias cobram R$ 10.00 para levar as bagagens até o topo.

A renda da cidade é praticamente toda proveniente do turismo e os moradores nativos obtém, em poucos meses por ano, o seu sustento do ano inteiro. Apesar da crítica ao leve assédio inicial, os guias são sempre bem educados e simpáticos. Levamos na esportiva, afinal estamos em Morro de São Paulo!
